quinta-feira, 5 de abril de 2012

REECARNAÇÃO

Reencarnação é uma idéia central de diversos sistemas filosóficos e religioso, segundo a qual uma porção do ser é capaz de subsistir à morte do corpo. Chamada consciência, espírito ou alma, essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de um fim específico, como o auto-aperfeiçoamento ou a anulação do carma.

Características
A reencarnação é um dos pontos fundamentais do Hinduísmo (já pregava esse conceito 5 mil anos antes de cristo), do Jainismo, do Culto de Tradição aos Orixás (Òrìsà)(já difundia esse conceito 5 mil anos antes de cristo), da teosofia, do Rosacrucianismo e da filosofia platônica, mais recentemente o Espiritismo (decodificado por Allan Kardec). Existem vertentes místicas do Cristianismo como, por exemplo, o Cristianismo Exotérico, que também admite a reencarnação.
Há referência recentes a conceitos que poderiam lembrar a reencarnação na maior parte das religiões, incluindo religiões do Egito antigo, religiões indígenas, entre outras. A crença na reencarnação também é parte da cultura popular ocidental, e sua representação é frequente em filmes de Hollywood. É comum no Ocidente a ideia de que o budismo também pregue a reencarnação, supostamente porque o budismo tenha se originado como uma religião independente do Hinduísmo. No entanto essa noção tem sido contestada por fontes budistas; para mais detalhes veja renascimento.
Origens
A crença na reencarnação tem suas origens nos primórdio da humanidade, nas culturas primitivas. De acordo com alguns estudiosos, a ideia se desenvolveu de duas crenças comuns que afirmam que:
§  Os seres humanos têm alma, que pode ser separada de seu corpo, temporariamente no sono, e permanentemente na morte;
§  As almas podem ser transferidas de um organismo para outro.
Segundo Diodoro Sículo, Pitágoras se lembrava de ter sido Euforbo, filho de Panto, que foi morto por Menelau na Guerra de troia.
Entre as tentativas de dar uma base "científica" a essa crença, destaca-se o trabalho do Dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, que recolheu dados sobre mais de 2.000 casos em todo o mundo que evidenciariam a reencarnação. No Sri Lanka (país onde a crença é muito popular), os resultados foram bem expressivos.
Segundo os dados levantados pelo Dr. Stevenson, os relatos de vidas passadas surgem geralmente aos dois anos de idade, desaparecendo com o desenvolvimento do célebro. Uma constante aparece na proximidade familiar, embora haja casos sem nenhum relacionamento étnico ou cultural. Mortes na infância, de forma violenta, aparentam ser mais relatadas. A repressão para proteger a criança ou a ignorância do assunto faz com que sinais que indiquem um caso suspeito normalmente sejam esquecidos ou escondidos.
Influências comportamentais como fragmentos de algum idioma, fobias, depressões, talentos precoces (como em crianças prodígio), etc, podem surgir, porém a associação peremptória desses fenômenos com encarnações passadas continua a carecer de fundamentação científica consistente.
Dentre os trabalhos desenvolvidos por Dr. Stevenson sobre a reencarnação, destaca-se a obra "Vinte casos sugestivos de reencarnação".
Reencarnação versus Metempsicose
A transmigração das almas ou metempsicose é uma teoria diferente da reencarnação, seguida por alguns adeptos de ensinamentos orientais, que propõe que o homem pode reencarnar de modo não-progressivo em animais, plantas ou minerais.Esse conceito é muitas vezes entendido literalmente, mas muitas tradições orientais entendem esse conceito miticamente, ou seja, significa que quem vive de forma primitiva, satisfazendo apenas seus desejos primitivos pode estar em uma reencarnação como animal mesmo em uma forma e corpo humano.
Reencarnação e Cristianismo
Diversos estudiosos espíritas e espiritualistas defendem que, durante os seis primeiros séculos de nossa era, a reencarnação era um conceito admitido por muitos cristãos. De acordo com eles, numerosos Padres da igreja ensinaram essa doutrina e apenas após o Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d.c., é que a reencarnação foi proscrita na prática da igreja, apesar de tal decisão não ter constado dos anais do Concílio. Afirmam ainda que Orígenes (185-253 d.C.), que influenciou bastante a teologia cristã, defendeu a ideia da reencarnação, além dos escritos de Gregório de Nisa (um bispo da igreja cristã no século IV) entre outros. Entretanto, tais afirmativas carecem de fundamentação histórico-documental. Por isso, os teólogos cristãos não só se opõem à teoria da reencarnação, como, também, à ideia de que ela era admitida pelos cristãos primitivos. Argumentam que não há referências na Bíblia, nem citações de outros Padres da Igreja, e que as próprias afirmações de Orígenes e de Gregório de Nisa aduzidas pelos estudiosos espíritas e de outras crenças espiritualistas, não são por aquelas citadas senão para as refutarem. Por outro lado, com base na análise da atas conciliares do Concílio de Constantinopla, constatam que os que ali se reuniram sequer citaram a doutrina da reencarnação - fosse para afirmá-la ou para rejeitá-la. Contra a reencarnação ainda cita-se Hebreus 9:27, o episódio dos dois ladrões na cruz em , a parábola do rico e Lázaro e Jô 10:21.
Passagens do Novo Tempo, como Mateus 11: 12-15, Mateus 16:13-17  e Mateus 17: 10-13, Marcos 6:14-15, Lucas 9:7-9 e João 3:1-12 são citados por espiritualistas como evidência de que Jesus teria explicitamente anunciado a reencarnação.
Tanto a Igreja Católica como os protestantes em geral denunciam a crença na reencarnação como herética. O cristianismo esotérico, por outro lado, admite e endossa abertamente a reencarnação - que é, inclusive, um dos pilares de sua doutrina. As teses reencarnacionistas, portanto, independentemente de serem corretas ou não, não encontram apoio na tradição judaico-cristã, cuja ortodoxia da doutrina as considera, na verdade, importações de outras tradições, tal como o hinduísmo e o budismo.
Existem provas históricas de que a doutrina da reencarnação contava com adeptos no antigo judaísmo, embora somente após escrita do Talmud - não há referências a ela neste livro, tampouco se conhecem alusões em escrituras prévias. A ideia da reencarnação, chamada gilgul, tornou-se comum na crença popular, como pode ser constatado na literatura iídicheintre os Judeus ashkenazi. Entre poucos cabalista, prosperou a crença de que algumas almas humanas poderiam reencarnar em corpos não-humanos. Essas ideias foram encontradas em diversas obras cabalísticas do século XIII, assim como entre muitos escritos místicos do século XVI. A coleção de histórias de Martin Buder sobre a vida de Baal Shem Tov inclui várias que se referem a pessoas reencarnando em sucessivas vidas.
Reencarnação e Ciência
A crença na sobrevivência da consciência após a morte é comum e tem-se mantido por toda a história da humanidade. Quase todas as civilizações na história tem tido um sistema de crença relativo à vida após a morte. Cientificamente, entretanto, inexiste qualquer motivo para sustentar ou rejeitar a hipótese.
As investigações científicas sobre assuntos relacionados ao pós-morte remontam particularmente ao século XIX, e, embora continuem a ser motivo de intenso debate entre leigos, não mais despertam interesse sério na comunidade acadêmica.
A objeção mais óbvia à reencarnação é que não há nenhum processo físico conhecido pelo qual uma personalidade pudesse sobreviver à morte e se deslocar para outro corpo. Mesmo adeptos da hipótese como Stevenson reconhecem esta limitação e atribuem a possível existência de tais fenômenos a propriedades naturais ainda desconhecidas da ciência.
Outra objeção é que a maior parte das pessoas não relembram vidas prévias. Além disso, estatisticamente, cerca de um oitavo das pessoas que "lembram" de vidas prévias se lembrariam de ter sido camponeses chineses; mas, entre os que se "lembra", a maioria lembra-se de situações sociais menos triviais e mais interessantes.
Alguns céticos explicam que as supostas evidências de reencarnação resultam de pensamento seletivo e falsas memórias comumente baseadas nos sistemas de crença e medos infantis dos que as relatam.
Acrescenta-se, por último, que a reencarnação é, no fundo, objeto de crença dos fiéis de determinados segmentos religiosos, da mesma forma que o é a ressurreição em outros segmentos religiosos. A ciência, como se sabe, não se presta a provar ou não a reencarnação ou a ressurreição. Isto porque, entre outros argumentos, a ciência se faz sobre um determinado recorte da realidade que pode ser provado, demonstrado, testado, etc. O aspecto subjetivo que sustenta as ideias da ressurreição e da reencarnação dificulta eventuais demonstrações, fazendo tais ideias aportarem então no âmbito da fé e da crença, o que não significa necessariamente qualquer falta de mérito de qualquer uma delas, senão que se limitam ao campo da fé e da experiência individual. Por mais evidentes que possam parecer alguns relatos, cientificamente, sob os atuais domínios do conhecimento científico, não podem ser provados.Mas como cristão temos a certeza disso.


RESSURREIÇÃO



Ressurreição em latin (resurrectione), grego(a·ná·sta·sis). Significa literalmente "levantar; erguer". Esta palavra é usada com frequência nas Escrituras bíblicas, referindo à ressurreição dos mortos. No seio do povo hebreu, a palavra correlata designava diversos fenômenos que eram confundidos na mentalidade da época. O seu significado literal é voltar à vida; assim, o ato de uma pessoa considerada morta viver novamente era chamado ressurreição. Existe a conotação escatológica adotada pela igreja católica para esse termo que é a ressurreição dos mortos no dia do juízo final.
Particularidades
A ressurreição é considerada por muitos teólogos como base para o cristianismo, já que o seu fundador ( Jesus cristo) segundo a Bíblia, ressuscitou pessoas e foi ressucitado Entre os relatos mais conhecidos está a ressurreição de Lazaro, que teria voltado à vida após quatro dias de sua morte. Este caso enfatiza o teor sobrenatural do episódio, pois testemunhas oculares, ainda segundo a Bíblia, e até mesmo opositores deJesus Cristo, comprovaram que realmente Lázaro havia falecido, e seu corpo fora deixado em sua câmara mortuária, e quando Jesus foi vê-lo, este estava em estado de decomposição.
A Ressurreição de Lázaro é um dos o milagre de Jesus, relatado em João 11:1-46, no qual Jesus traz Lázaro de Betânia de volta à vida depois de quatro dias de sepultamento. 
Os teólogos Moloney e Harrington enxergam nesta ressurreição um "milagre essencial" que inicia uma sequência de eventos que levará à crucificação de Jesus. Eles consideram-no como um "ressurreição que irá levar à morte", no sentido de que a ressurreição de Lázaro levará à morte de Jesus, o Filho de Desu, emJerusalém, que terminará por revelar a glória de Deus.
Este Lázaro não tem relação com Lazaro o leproso, tema de uma parábola de Jesus.
Narrativa bíblica
De acordo com o Evangelho de João, as irmãs de Lázaro informam a Jesus que Lázaro estaria doente e precisando de ajuda. Porém, Jesus afirma: "Esta doença não é para morte, mas para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado." Jesus então atrasa a sua viagem por dois dias. Os discípulos de Jesus temem voltar à Judeia, mas Jesus os ordena que o sigam, afirmando: "Lázaro morreu e por vossa causa folgo de não me achar lá, para que creiais". Quando eles chegaram em Betânia, Lázaro já estava morto e enterrado havia quatro dias.Marta, a irmã de Lázaro, diz então a Jesus: "Senhor, se tivesses estado aqui, não teria morrido meu irmão", mas Jesus reafirma para ela que seu irmão irá retornar e afirma:
“
«Eu sou a ressurreição e a vida. O que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo o que vive e crê em mim, nunca jamais morrerá; crês isto?» (JOÃO 11: 25-26).
”
Jesus então travou um diálogo similar com Maria, irmã de Lázaro e de Marta, que chorava juntamente com outros Judeus. E então "Jesus chorou", compadecido. Logo em seguida, ele vai com todos até o túmulo de Lázaro, que já cheirava mal e diz: "Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus?". Logo em seguida, em oração, ele pede:
“
«Pai, graças te dou que me ouviste. Eu sabia que sempre me ouves, mas assim falei por causa desta multidão que me cerca, a fim de crerem que tu me enviaste.» (João 11:41-42)
”
Após ter dito isto, Jesus gritou em voz alta: " Lázaro, sai para fora!" O morto então saiu, com as mãos e pés enrolados em tiras de linho e com panos à volta do rosto. Jesus disse então ao grupo: "Desatai-o e deixai-o ir.
A ressurreição de Jesus é o evento chave da doutrina cristã e sua teologia. De acordo com o Novo Testamento, Jesus foi crucificado, morreu, foi sepultado em um túmulo, e ressuscitou três dias mais tarde (João 19:30-31, Marcos 16:1, Marcos 16:6). O Novo Testamento também menciona várias aparições de Jesus ressurreto em diversas ocasiões aos seus doze apóstolos e discípulos, incluindo os "mais de quinhentos irmãos de uma só vez" (1 Cor. 15:6). A morte de Jesus juntamente com a sua ressurreição faz parte dos fundamentos da doutrina da salvação.
As Escrituras confirmam que Jesus ressuscitou dos mortos. A Bíblia diz em Mateus 28:5-6 “Mas o anjo disse às mulheres: Não temais vós; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Não está aqui, porque ressurgiu como ele disse. Vinde, vede o lugar onde jazia.” 
A ressurreição aconteceu exatamente como os profetas privaram. A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:3-4 “Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras.” 
A ressurreição de Jesus é a verdade central da fé Cristã. A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:14-17 “E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não são ressuscitados. Porque, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados.” 
Que ensina a Bíblia sobre a nossa ressurreição da morte? A nossa ressurreição é certa por causa da ressurreição de Jesus. A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:12-14 “Ora, se prega que Cristo foi ressucitado dentre os mortos, como dizem alguns entre vós que não há ressurreição de mortos? Mas se não há ressurreição de mortos, também Cristo não foi ressuscitado. E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.” 
Os nossos corpos ressuscitados serão diferentes dos corpos que temos agora e serão eternos. A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:51-53 “Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade.” 
Por causa da ressurreição de Cristo, Ele tem poder para ressuscitar relações pessoais que estão destruídas e aqueles que estão mortos espiritualmente. A Bíblia diz em Filipenses 3:10 “Para conhecê-lo, e o poder da sua ressurreição e a e a participação dos seus sofrimentos, conformando-me a ele na sua morte.” Efésios 2:1, 4, 5 “Ele vos vivificou, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, …Mas Deus, sendo rico em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossos delitos, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos).”





ENCARNAÇÃO


ENCARNAÇÃO DENTRO DA RELIGIÃO
Encarnação (do latim in carnare, "fazer-se carne") é um conceito religioso presente no cristianismo, budismo, hinduísmo e rastafarianismo.
Encarnação não é o mesmo que reencarnação; a Bíblia fala da encarnação do Verbo para enfatizar que Deus fez-se homem (João 1.14; 1Timóteo 3.16), pois Jesus veio em carne (1João 4.1,2).
A Reencarnação é a ação de encarnar-se sucessivas vezes ou seja, derivada do conceito aceito por doutrinas religiosas e filosóficas de que, na morte física, a alma não entra num estágio final, mas volta ao ciclo de renascimentos. Heródoto menciona esta doutrina como sendo de origem egípcia, sendo que a reencarnação se dava instantaneamente após a morte, passando a alma para uma criatura que estava nascendo (que poderia ser da terra, da água ou do ar), percorrendo todas as criaturas em um ciclo de três mil anos. Platão já tratava deste conceito em suas obras. Atualmente, esta crença é defendida por religiões de origem hinduístas e espiritualistas. É chamada também de transmigração da alma e Metempsicose (esta última mais encontrado em filosofias orientais, onde a alma pode regressar em corpos de animais).
Encarnação no cristianismo
O substantivo encarnação ou o adjetivo encarnado não são encontrados na Bíblia, mas o equivalente grego do latim "in carne" (τη σαρκι ,en sarki, "na carne") se encontra em algumas declarações importantes no Novo Testamento a respeito da pessoa e obra de Jesus Cristo. Em 1 Timóteo 3:16 fala sobre "Aquele que foi manifesto na carne". João atribui ao espírito do anticristo qualquer negação que Jesus Cristo "veio em carne", (1 João 4:2). Paulo diz que Cristo realizou sua obra de reconciliação "no corpo da sua carne" isso quer dizer que Cristo pela sua morte nos reconciliou com DEUS,(Colossense 1:22; Efésio 2:15), e que ao enviar Seu Filho "em semelhança de carne pecaminosa" Deus "condenou ... na carne, o pecado" (Romanos 9:3). Paulo se refere a Cristo que morreu "na carne" (no grego sarki, modo dativo de referência) por alguém (1 Pedro 3:18; e 4:1. Todos esses textos mostram de diversas maneiras que Cristo garante a salvação porque veio em "carne" e morreu "na carne".
Em teologia do cristianismo chama-se a vinda de Jesus como encarnação e a sua morte de expiação.
Nesse sentido teológico, "carne" não é de maneira nenhuma alguma coisa que o homem possui, mas é antes uma coisa que o homem é, sinalizado pela fraqueza e fragilidade próprias da criatura e nesse particular aparece em contraste com "espírito", a eterna e inextinguível energia que pertence a Deus e é Deus.
Por consequência, dizer que Jesus Cristo veio e morreu "na carne" é afirmar que ele veio e morreu no estado sob as condições da vida física e psíquica criada, isto é, aquele que viveu e morreu era homem. Por outro lado, afirma também que aquele que morreu eternamente era e continua a ser Deus. A fórmula que emoldura a encarnação, portanto, é que, em algum sentido, sem ter deixado de ser Deus, Deus se fez homem. Isto é exatamente o que João afirma "O Verbo" (agente de Deus na criação, que "no princípio", antes da criação, não apenas "estava com Deus", mas era em si mesmo "Deus" ,João 1:1-3 e "se fez carne" João 1:14.
A origem da crença
Considerando o pano de fundo do Antigo Testamento, a afirmação da encarnação dentro de um conceito do monoteísmo, pode parecer blasfêmia e sem sentido, como assim considera o Judaísmo ortodoxo. Significaria que o próprio criador se tornou uma de suas próprias criações o que é uma contradição teológica. Acreditava-se anteriormente que a origem judaica seria um sobre-humano pré-existente "Messias", ou então vinculados dos mitos de outras religiões politeístas que acreditam em deuses redentores, típica das religiões helenista e dos gnósticos.
A cristologia moderna tem demonstrado que uma reivindicação virtual de deidade está inclusa no Novo Testamento, nos próprios dizeres de Jesus histórico, conforme registrado nos evangelhos sinóticos e que a aceitação dessa reivindicação era fundamental para a fé e a adoração da igreja primitiva da Palestina, conforme relatado nos Atos dos Apóstolos, de historicidade substancial. O fato é que a própria vida, ministério morte e ressurreição de Jesus convenceu seus discípulos a respeito da sua deidade. Antes mesmo do dia de Pentecostes os primeiros crentes já oravam a Jesus, chamando-O de Senhor (Atos 1:21) e batizavam em seu nome(Atos 2:38) e tinham fé no seu nome(Atos 3:16) e o proclamavam como aquele que concede arrependimento e remissão de pecados (Atos 5:31), o que é atributo exclusivamente de Deus. Apesar de Atos dos Apóstolos não afirmar categoricamente a deidade de Jesus fazia parte da fé dos cristãos.
A formulação teológica sistemática da crença na encarnação veio depois, mas a própria crença já estava presente na igreja desde o principio.
No Novo Testamento
Os escritores do Novo Testamento, em particular João, Paulo e o autor de Hebreus, não falam em parte alguma ou tratam das questões metafísicas do modo da encarnação ou de questões psicológicas do estado de encarnado, isto só veio surgir de forma proeminente no século IV nas discussões cristológicas, em especial no Concílio de Calcedônia, no ano de 451. Eles estavam preocupados em demonstrar a pessoa de Jesus, exibição de sua obra e principalmente na vindicação da posição central no propósito redentor de Deus. O único sentido que os escritores tentam explicar a encarnação é mostrando como isso que aplica no plano que Deus traçou para redimir a humanidade. (Romanos 8:3; João 1:18; Hb:1-2; Hb:4-5; Hb 7-10)
Interessante observar que os escritores do Novo Testamento não discutem a respeito do nascimento virginal de Jesus como testemunho da conjunção entre a deidade e a humanidade da sua pessoa. Essa linha tem sido explorada somente na teologia recente. Entretanto, os escritores não ignoram esse fato, mas eles focam no propósito da salvação proposta por Deus. Os dois escritores que narram o nascimento virginal (Mateus e Lucas) colocam ênfase não no mistério do nascimento, mas sim que Deus começou a cumprir a sua intenção de que visitaria e redimiria o seu povo. O ponto de vista é apenas soteriológico.
Os escritores percebem que tanto a deidade como a humanidade de Jesus são elementos fundamentais em sua obra salvadora. Da mesma forma que a divina filiação de Jesus garante a interminável duração, a perfeição impecável e a eficácia sem limites de sua obra sumo-sacerdotal (Hebreus 7:3,Hb:16, Hb:24-28), assim também a sua deidade foi capaz de derrotar o diabo "valente" que mantinha os pecadores num estado de impotente cativeiro. (Hb 2:14ss; Ap 20:1ss)
Semelhantemente os escritores percebem que era necessário que o Filho de Deus fosse feito carne, pois somente assim poderia tomar o lugar como segundo homem , através de quem Deus trata a raça humana. (1 Coríntios 15:21) Somente dessa maneira poderia ser o mediador entre Deus e os homens (Timóteo 2:5), e somente assim poderia morrer em favor dos pecadores, pois somente tendo carne é que poderia morrer. O pensamento da encarnação no Novo Testamento está de tal modo ligado que não se aplica esse termo à humanidade de Jesus em seu estado glorificado e incorruptível. Os "dias da suas carne" Hebreus 5:7 significam o tempo que ele passou no mundo até o dia da cruz.
João se preocupa em deixar clara a questão de Jesus verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus, combatendo, então o posicionamento contrário como sendo um espírito do anticristo, uma linha cristológica docético de Cerinto, que negava a realidade da carne e, portanto, negava a encarnação e consequentemente a morte física, portanto negando o Pai assim como o Filho. Essa ênfase de João além de ser observada nas suas duas primeiras epístolas é notada no evangelho, quando mostra a realidade da experiência da fraqueza humana de Jesus: cansaço João 4:6; sede João 4:7, João 19:28 lágrimas João 11:33) tinham a clara intenção de combater o ensino docético.
A Irmandade polonesa do século 17 interpretou a encarnação da palavra como a encarnação do plano de Deus em um descendente de Abraão, e não como a encarnação literal de uma pessoa que já existia antes de seu nascimento no céu.

domingo, 25 de março de 2012

páscoa



Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. A Páscoa pode cair em uma data, entre 22 de março e 25 de abril. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pesah. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas a fertilidade, das quais provavelmente o mito de "Ostern", e consequentemente a Páscoa (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.

Páscoa Cristã

A Páscoa cristã celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.

Pessach (do hebraico פסח, ou seja, passagem), também conhecida como Páscoa judaica, é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a festa dos pães ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Shemot (Êxodo).
De acordo com a tradição, a primeira celebração de Pessach ocorreu há 3500 anos, quando de acordo com a Torá, Deus enviou as Dez pragas do Egito sobre o povo do Egito. Antes da décima praga, o profeta Moisés foi instruído a pedir para que cada família hebréia sacrificasse um cordeiro e molhasse os umbrais (mezuzót) das portas com o sangue do cordeiro, para que não fossem acometidos pela morte de seus primogênitos.
Chegada a noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e ervas amargas (como o rábano, por exemplo). À meia-noite, um anjo enviado por Deus feriu de morte todos os primogênitos egípcios, desde os primogênitos dos animais até mesmo os primogênitos da casa do Faraó. Então o Faraó, temendo ainda mais a Ira Divina, aceitou liberar o povo de Israel para adoração no deserto, o que levou ao Êxodo.
Como recordação desta liberação, e do castigo de Deus sobre Faraó foi instituído para todas as gerações o sacríficio de Pessach.
É importante notar que Pessach significa a passagem, porém a passagem do anjo da morte, e não a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho ou outra passagem qualquer, apesar do nome evocar vários simbolismos.
Um segundo Pessach era celebrado em 14 de Iyar,para pessoas que na ocasião do primeiro Pessach estivessem impossibilitadas de ir ao Tabernáculo, fosse por motivos de impureza , ou por viagem 

Páscoa no Judaísmo

Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
A Bíblia judaica institui a celebração do Pessach em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra de Adonai: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua .

Tradições pagãs na Páscoa

Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

sexta-feira, 23 de março de 2012

dizimo verdade ou mito

                      

                                                            DÍZIMOS!
Gênesis 14:20  e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E deu-lhe o dízimo de tudo.

OBS.: CONFORME A BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA, PAG. 54 – TRADUÇÃO: GÊNESIS: 14.20: DEU-LHE O DÍZIMO DE TUDO.  ABRÃO DEU A MELQUISEDEQUE A DÉCIMA PARTE DE TODOS OS DESPOJOS QUE RECEBERA ( cf.Hb7.4 ), EM GRATIDÃO PELO SOCORRO E GRAÇA DE DEUS. ESTA É A PRIMEIRA VEZ QUE O ATO DE DAR O DÍZIMO É MENCIONADO NA BÍBLIA.

Gênesis 28:22  e esta pedra, que tenho posto por coluna, será Casa de Deus; e, de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.

OBS.: JACÓ FAZ UM VOTO COM DEUS DE DAR O DÍZIMO.
Levítico: 27 - 30  Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores são do SENHOR; santas são ao SENHOR.

Levítico: 27 - 31  Porém, se alguém das suas dízimas resgatar alguma coisa, acrescentará o seu quinto sobre ela.

Levítico: 27 - 32  No tocante a todas as dízimas de vacas e ovelhas, de tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao SENHOR

OBS.: CONFORME A BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA, PAG. 228 TRADUÇÃO: LEVÍTICO: 27.30: AS DÍZIMAS. O DÍZIMO É A DÉCIMA PARTE DO PRODUTO DA TERRA E DO GADO, QUE ERA DADO AO SENHOR. O DÍZIMO DE ISRAEL ERA ENTREGUE PARA O SUSTENTO DOS LEVITAS ( Nm 18.21 ) E DOS SACERDOTES ( Nm 18.28 ), PARA AJUDAR NAS REFEIÇÕES SAGRADAS ( Dt 14-22-27 ), E PARA SOCORRER OS POBRES, OS ÓRFÃOS E AS VIÚVAS ( Dt 14.28-29; VER O ESTUDO: DÍZIMOS E OFERTAS. PG. 1375 ).

Números: 18 - 21  E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo seu ministério que exercem, o ministério da tenda da congregação.
Números: 18 - 28 Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança herdareis.

OBS.: CONFORME A BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA, PAG. 262 TRADUÇÃO: NÚMEROS: 18.20:EU SOU A TUA... HERANÇA: OS SACERDOTES E OS LEVITAS NÃO DEVIAM TER NENHUMA HERANÇA TERRENA, POIS O PRÓPRIO DEUS ERA SUA PORÇÃO E HERANÇA. EM PRINCÍPIO, ESTA PROMESSA SE ESTENDE A TODOS OS CRENTES EM CRISTO. NOSSA HERANÇA NÃO ESTÁ NESSE MUNDO, PORQUE NÃO PASSAMOS DE PEREGRINOS E ESTRANGEIROS. DEVEMOS BUSCAR A COISAS CELESTIAIS, POIS DEUS HABITA NO CÉU ( Hb 11. 9-16 ).

Deuteronômio: 12 - 6  E ali trareis os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta alçada da vossa mão, e os vossos votos, e as vossas ofertas voluntárias, e os primogênitos das vossas vacas e das vossas ovelhas.

Deuteronômio: 12 - 7  E ali comereis perante o SENHOR, vosso Deus, e vos alegrareis em tudo em que poreis a vossa mão, vós e as vossas casas, no que te abençoar o SENHOR, vosso Deus.

Deuteronômio: 12 - 11  Então, haverá um lugar que escolherá o SENHOR, vosso Deus, para ali fazer habitar o seu nome; ali trareis tudo o que vos ordeno: os vossos holocaustos, e os vossos sacrifícios, e os vossos dízimos, e a oferta alçada da vossa mão, e toda escolha dos vossos votos que votardes ao SENHOR.

Deuteronômio: 12 - 17 Nas tuas portas, não poderás comer o dízimo do teu cereal, nem do teu mosto, nem do teu azeite, nem as primogenituras das tuas vacas, nem das tuas ovelhas; nem nenhum dos teus votos, que houveres votado, nem as tuas ofertas voluntárias, nem a oferta alçada da tua mão;

OBS.: DESDE GÊNESIS: 17 VERS. 12... JÁ EXISTIA O DINHEIRO; ENTÃO PORQUE DEUS NUNCA PEDIU O DÍZIMO EM DINHEIRO? SEMPRE PEDIU EM PRODUTOS DO FRUTO DA TERRA E TAMBÉM DOS ANIMAIS? A RESPOSTA É SIMPLES: COMO O DÍZIMO ERA PARA SUSTENTO DOS SACERDOTES E DISTRIBUIÇÃO AOS POBRES E VIÚVAS; DEUS SABIA QUE SE O DÍZIMO FOSSE DADO EM DINHEIRO, COM CERTEZA CORROMPERIA OS SACERDOTES E COM CERTEZA NÃO CHEGARIA ATÉ AOS POBRES E VIÚVAS.

Deuteronômio 14:22  Certamente darás os dízimos de toda a novidade da tua semente, que cada ano se recolher do campo.

Deuteronômio 14:23  E, perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher para ali fazer habitar o seu nome, comerás os dízimos do teu cereal, do teu mosto, do teu azeite e os primogênitos das tuas vacas e das tuas ovelhas; para que aprendas a temer ao SENHOR, teu Deus, todos os dias.

Deuteronômio 14:28  Ao fim de três anos, tirarás todos os dízimos da tua novidade no mesmo ano e os recolherás nas tuas portas.

Deuteronômio 26:12  Quando acabares de dizimar todos os dízimos da tua novidade, no ano terceiro, que é o ano dos dízimos, então, a darás ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam dentro das tuas portas e se fartem.

2 Crônicas 31:5  E, depois que essa ordem se divulgou, os filhos de Israel trouxeram muitas primícias de trigo, e de mosto, e de azeite, e de mel, e de toda a novidade do campo; também os dízimos de tudo trouxeram em abundância.

2 Crônicas 31:6  E os filhos de Israel e de Judá que habitavam nas cidades de Judá também trouxeram dízimos das vacas e das ovelhas e dízimos  das coisas sagradas que foram consagradas ao SENHOR, seu Deus; e fizeram muitos montões.

2 Crônicas 31:12  Ali, meteram fielmente as ofertas, e os dízimos, e as coisas consagradas; e isso estava a cargo de Conanias, o levita maioral, e Simei, seu irmão, o segundo.

Neemias 10:37  e que as primícias da nossa massa, e as nossas ofertas alçadas, e o fruto de toda árvore, e o mosto, e o azeite traríamos aos sacerdotes, às câmaras da Casa do nosso Deus; e os dízimos da nossa terra aos levitas; e que os levitas pagariam os dízimos em todas as cidades da nossa lavoura;

Neemias 10:38  e que o sacerdote, filho de Arão, estaria com os levitas quando os levitas recebessem os dízimos, e que os levitas trariam os dízimos  dos dízimos à Casa do nosso Deus, às câmaras da casa do tesouro.

Neemias 12:44  Também, no mesmo dia, se nomearam homens sobre as câmaras, para os tesouros, para as ofertas alçadas, para as primícias e para os dízimos , para ajuntarem nelas, das terras das cidades, as porções designadas pela Lei para os sacerdotes e para os levitas; porque Judá estava alegre por causa dos sacerdotes e dos levitas que assistiam ali.

 Neemias 13:5  e fizera-lhe uma câmara grande, onde dantes se metiam as ofertas de manjares, o incenso, os utensílios e os dízimos do grão, do mosto e do azeite, que se ordenaram para os levitas, e cantores, e porteiros, como também a oferta alçada para os sacerdotes.

Neemias 13:12  Então, todo o Judá trouxe os dízimos do grão, e do mosto, e do azeite aos celeiros.

Amós 4:4  Vinde a Betel e transgredi; a Gilgal, e multiplicai as transgressões; e, cada manhã, trazei os vossos sacrifícios e, de três em três dias, os vossos dízimos.

OBS.: CONFORME A BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA, PAG. 1300-1301 TRADUÇÃO: AMÓS: 4.4-5: MULTIPLICAI AS TRANSGRESSÕES.
OS ISRAELITAS MULTIPLICAVAM SEUS PECADOS AO PRESTAREM A DEUS UM CULTO DESTITUIDO DA VERDADEIRA ADORAÇÃO. DE NADA VALIAM, POIS, SEUS SACRIFÍCIOS E DÍZIMOS. OS QUE PROFESSAM SER SALVOS, E DEMONSTRAM ADORAR AO SENHOR, INCLUSIVE COM SUAS OFERTAS , MAS CONTINUAM A AMAR OS PRAZERES DO MUNDO, SÃO UMA ABOMINAÇÃO AO SENHOR. DEUS ACEITA SOMENTE A ADORAÇÃO E DEVOÇÃO DOS QUE O AMAM, E PORFIAM POR TRILHAR SEUS CAMINHOS.

Malaquias 3:8  Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas.

Malaquias 3:10  Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.

OBS.: CONFORME A BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA, PAG. 1374 TRADUÇÃO: MALAQUIAS: 3.10: DERRAMAR SOBRE VÓS UMA BÊNÇÃO. SE O POVO SE ARREPENDESSE E SE VOLTASSE AO SENHOR, E COMO SINAL DE SEU ARREPENDIMENTO , PASSASSE A SUSTENTAR A OBRA DE DEUS E OS SEUS MINISTROS COM OS DÍZIMOS E OFERTAS, O SENHOR O ABENÇOARIA DE FORMA ABUDANTE. DEUS ESPERA QUE DEMONSTREMOS AMOR E DEVOÇÃO A ELE E À SUA OBRA POR MEIO DOS DÍZIMOS E OFERTAS PARA QUE O SEU REINO SEJA PROMOVIDO ( ver o estudo DÍZIMOS E OFERTAS, pg. 1375 ), AS BÊNÇÃOS QUE ACOMPANHAM A FIDELIDADE NA CONTRIBUIÇÃO FINANCEIRA VIRÃO TANTO NESTA VIDA COMO NA DO PORVIR. porém os sarcedote eram os pobre e os crentes rico, hoje é o contrario os sacertode que estão rico. o que observamos é que o dizismo não é ensinado e sim é manipulado pelos lideres enveis de ensinar. ou mostrar porque e para que servi o dismo.
porém nós não vimos para que dervi o dizimo a não ser para benefício próprio.



TRADUÇÃO – DÍZIMOS E OFERTAS – PG. 1375-1376 CONFORME A BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL ALMEIDA REVISTA E CORRIGIDA:
NA LEI DE DEUS, OS ISRAELITAS TINHAM A OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DÉCIMA PARTE DAS CRIAS DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS, DOS PRODUTOS DA TERRA E DE OUTRAS RENDAS COMO RECONHECIMENTO E GRATIDÃO PELAS BÊNÇÃOS DIVINAS. O DÍZIMO ERA USADO PRIMARIAMENTE PARA COBRIR AS DESPESAS DO CULTO E O SUSTENTO DOS SACERDOTES.

NOSSAS CONTRIBUIÇÕES DEVEM  SER PARA A PROMOÇÃO DO REINO DE DEUS, ESPECIALMENTE PARA A OBRA DA IGREJA LOCAL E A DISSEMINAÇÃO DO EVANGELHO  PELO MUNDO; PARA AJUDAR AOS NECESSITADOS; PARA ACUMULAR TESOUROS NO CÉU E PARA APRENDER A TEMER  AO SENHOR

NOSSAS CONTRIBUIÇÕES DEVEM SER PROPORCIONAIS À NOSSA RENDA. NO ANTIGO TESTAMENTO, O DÍZIMO ERA CALCULADO EM UMA DÉCIMA PARTE. DAR MENOS QUE ISTO ERA DESOBIDIÊNCIA A DEUS. ALIÁS EQUIVALIA A ROUBA-LO ( Ml 3.8-10 ), SEMELHANTEMENTE, O NOVO TESTAMENTO REQUER QUE AS NOSSAS CONTRIBUIÇÕES SEJAM PROPORCIONAIS ÀQUILO QUE DEUS
   
NOS TEM DADO. 1º CORINTIOS: 16 VERS. 2  No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que se não façam as coletas quando eu chegar.

NOSSAS CONTRIBUIÇÕES DEVEM SER VOLUNTÁRIAS E GENEROSAS, POIS ASSIM É ENSINADO TANTO NO ANTIGO TESTAMENTO (Ex. 25.1 ) QUANTO NO NOVO TESTAMENTO: 2º CORINTIOS: 8 VERS. 1 ao 3   Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia;

2-  como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade.

3- Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente. NÃO DEVEMOS HESITAR EM CONTRIBUIR DE MODO SACRIFICIAL, POIS FOI COM TAL ESPÍRITO QUE O SENHOR JESUS ENTREGOU-SE POR NÓS. PARA DEUS, O SACRIFÍCIO  ENVOLVIDO É MUITO MAIS IMPORTANTE DO QUE O VALOR MONETÁRIO DA DÁDIVA.

NOSSAS CONTRIBUIÇÕES  DEVEM SER DADAS COM ALEGRIA, TANTO O EXEMPLO DOS ISRAELITAS NO A.T. ( Ex 35.21-29; Cr 24.10 ),QUANTO O DOS CRISTÃOS MACEDÔNIOS DO N.T. ( 2 Co 8.1-5 ) SERVEM-NOS DE MODELOS.
DEUS TEM PROMETIDO RECOMPENSAR-NOS DE CONFORMIDADE COM O QUE LHE TEMOS DADO: 1º TIMÓTEO: 6 VERS. 19  que entesourem para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a vida eterna. MATEUS: 19. 21 ao 24:  Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me.

22  E o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.

23  Disse, então, Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico       no Reino dos céus.

CONCLUSÃO: NO NOVO TESTAMENTO, NÃO EXISTE DÍZIMOS, MAIS SIM; OFERTAS OU CONTRIBUIÇÕES CONFORME O APÓSTOLO PAULO PEDIU EM:  2º Coríntios 9:7  Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.

Mateus 23:23  Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas

OBS.: SÃO MUITAS PESSOAS, INCLUSIVE PASTORES, BISPOS E ATÉ OS QUE SE DENOMINAM “ APÓSTOLOS ” QUE USAM O ÚNICO VERSÍCULO ACIMA DA BÍBLIA NO NOVO TESTAMENTO, ONDE O SENHOR JESUS SITA A PALAVRA DÍZIMO, QUERENDO JUSTIFICAR A COBRANÇA DO DÍZIMO NO NT, COMO SE O SENHOR JESUS ESTIVESSE CONFIRMANDO QUE OS CRISTÃOS DA ÉPOCA DA GRAÇA, ESTÁ OBRIGADO A PAGAR O DÍZIMO. O QUE ESSES CONHECEDORES DA PALAVRA NÃO SABEM OU NÃO QUEREM SABER; É QUE, QUANDO JESUS RECRIMINOU OS FARISEUS, FOI PORQUE ELES QUERIAM PARECER CUMPRIDORES DA LEI, MAS OMITIAM O MAIS IMPORTANTE DA LEI, JUIZO, MISERICÓRDIA E A FÉ, QUE INCLUSIVE ELE CUMPRIU. MAS, QUANDO O SENHOR JESUS MORREU E RESSUSCITOU, FOI RASGADO O VÉU QUE IMPEDIA O LIVRE ACESSO DE TODOS A FALAR DIRETO COM O PAI EM NOME DE JESUS; E DESSA FORMA, A LEI FOI SUBSTITUIDA PELA  NOVA ALIANÇA, OU SEJA, O EVANGELHO DA GRAÇA DO FILHO DE DEUS, POR ISSO ELE DIZ EM: LUCAS: 16 VERS. 16  A Lei e os Profetas duraram até João; desde então, é anunciado o Reino de Deus, e todo homem emprega força para entrar nele. GALATAS: 3 VERS. 10 ao 13...  Todos aqueles, pois, QUE SÃO DAS OBRAS DA LEI ESTÃO DEBAIXO DE MALDIÇÃO;   porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.